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Bom Mesmo É Estar Debaixo D'água

Luedji Luna fala sobre ancestralidade e afetividade da mulher negra

Luedji Luna é uma das artistas brasileiras mais interessantes da atualidade. A cantora-compositora baiana conta que desde a escola já escrevia mas foi se aventurar na música mais tarde: é apenas em 2016 que Luedji Luna lança o single: “Um corpo no Mundo”, que posteriormente ganharia um clipe viral e se tornaria o nome de seu primeiro álbum de estúdio.

Lançado em 2017, o álbum foi necessário para lançar Luedji Luna no cenário musical nacional e consolidá-la como uma das grandes revelações do ano. Apesar de já aclamado, é com seu segundo álbum de estúdio “Bom Mesmo é Estar Debaixo D’água” no final do ano passado, que Luedji Luna conquista a cena musical nacional.

O álbum foi incluído em quase todas as listas de melhores lançamentos de 2020 (pode conferir) e com razão! As letras são ainda mais fortes e reforçam o trabalho de Luedji como compositora, com letras viscerais e sinceras, a sonoridade evolui e se matura desde o primeiro álbum e a cereja no bolo é o fato de ser um álbum visual.

A obra reflete sobre questões como africanidade, ancestralidade e a afetividade e solidão da mulher preta no mundo de hoje. Para nos contar um pouco mais sobre esse projeto que é tão pessoal e ao mesmo tempo, gera tanta identificação, convidamos Luedji Luna para o nosso Breve, Fala!